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"Neuromancer", o filme
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O romance revolucionário de William Gibson, “Neuromancer” (IMDB), marcou época quando de seu lançamento, abrindo os olhos de toda uma geração para um mundo maior, ao dar forma aos contornos pouco definidos do CyberSpace e cunhar toda uma pletora de termos que viriam a fazer parte do imaginário do Homem do Século XXI.

Os conceitos estavam lá – muitos deles estabelecidos por Arthur C. Clarke, em seu romance “A Cidade e as Estrelas”, de 1965 – mas Gibson encaixou no momento certo, na ordem certa e com os termos certos o que viria a fazer parte do zeitgeist de uma nova Era, onde a Realidade Virtual passaria a aparecer em produção cultural e, posteriormente, no nosso dia a dia.

Tendo inspirado outros escritores, cineastas, engenheiros e homens de negócio, “Neuromancer” qualificou o Virtual como, muitas vezes, “melhor” que o Real e coroou definitivamente o ponto de vista individual como algo indiscutivelmente mais importante do que qualquer outra coisa.

Repercussões a parte, uma obra importante como “Neuromancer” – que tem lançamento cinematográfico previsto para meados de 2009 – não poderia deixar de ser adaptado para o cinema.

Independente dos rumores acerca da estranha escolha de elenco para viver o protagonista – Hayden Christensen (o Anakin Skywalker, de “Star Wars”) – o filme pode mesmo vir ser uma obra que ajude a compreender e talvez até dar mais contorno ao modus vivendi que escolhemos para nós nos dias de hoje.

Neuromancer