folder Categoria(s) TV a Cabo
"Robin Hood, O Príncipe dos Ladrões"
Rita Franco comment Comentários access_time 2 minutos

“Robin Hood, o Príncipe dos Ladrões” (“Robin Hood: Prince Of Thieves”, 1991, 140 minutos) é uma versão das aventuras do “ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres” normalmente menos considerada pela crítica.

Mas é um filme divertido, para assistir com a família ou com os amigos acompanhado de um baldão de pipoca. Um daqueles momentos de puro deleite.

Kevin Costner (“Os Intocáveis”), à época era o astro do momento. E convidou o amigo Kevin Reynolds (“O Conde de Monte Cristo”) para dirigir o filme. Depois a amizade afundou junto com “Waterworld – O Segredo das Águas”.

Robin de Locksley (Costner) é um nobre que volta das Cruzadas e encontra sua propriedade saqueada e seu pai morto.

Junto está o agregado mouro (nessa fase do filme não há, ainda, como chamá-los de “amigos”), cuja vida foi salva por Robin, interpretado pelo talentoso Morgan Freeman (“Menina de Ouro”).

Robin procura as pessoas que achava que mereciam sua confiança.

Até perceber o mundo de mentiras e abusos em que se transformou o reino que jurou defender.

Então ele se refugia na floresta, o mouro sempre presente, esperando o momento para “pagar a dívida” que tem com Robin.

Lá está um grupo de rebeldes.

Robin passa a organizá-los. Um dos rebeldes (Christian Slater), que possui uma mágoa secreta contra ele, não gosta e demonstra toda sua insatisfação.

Rachas internos podem enfraquecer o grupo, que luta contra o tirano Xerife de Nottingham (o excelente Alan Rickman, da cinessérie “Harry Potter”). Então, é preciso resolver todas as pendências da melhor forma e o mais rápido possível. Robin não é mais aquele garoto imaturo que queria tudo para si e apenas para si.

No meio disso tudo há Lady Marian (Mary Elizabeth Mastrantonio), o amor da vida de Locksley e objeto do desejo de Nottingham.

O filme conta com boas cenas de ação e, apesar de sabermos o conteúdo da história, vibramos muito com o triunfo do Bem sobre o Mal.

Em um mundo com tanta vilania, é algo que restaura nossa fé.

Ainda há uma participação mais do que especial de Sean Connery (que trabalhou com Costner em “Os Intocáveis”), como o Rei Ricardo Coração de Leão, ao final do filme.

Connery ganhou 250 mil dólares por dois dias de filmagens, uma fortuna.

Dias 18 de dezembro, quinta-feira, às 22h e 20.12, sábado, às 16.05, no Telecine Action.