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2012 - Tempo de Mudança
Rangel Andrade comment Comentários access_time 2 minutos

O desenvolvimento sustentável já foi assunto de várias teses, discussões e cursos e neste ano foi a vez do cinema levar para as telas esse assunto. O filme 2012 – tempo de mudança, do brasileiro João Amorim estreia nesta sexta – feira, 24 de junho, e lança um novo olhar sobre a profecia Maia para o final do mundo em 2012.

O diretor busca dar uma visão social ao filme que foge um pouco ao misticismo envolto nas profecias. Para isso seu trabalho é desenvolvido em parceria com o jornalista Daniel Pinchbeck, autor do best-seller “2012: The Return of Quetzalcoatl”; que integra a sabedoria arcaica de culturas tribais com o método científico.

João Amorim garante que antes de ler o livro de Daniel Pinchbeck se sentia um cético. “De início, eu não queria saber daquela besteira de Nova Era”, garante. Porém, ao ler a obra do jornalista em 2006, ele estava convencido de que as idéias dariam um bom filme. “Eu encontrei-me profundamente identificado com os pontos de vista apresentados”, relembra. Ao se conhecerem, os dois logo se tornaram amigos e colegas de trabalho. Juntos realizaram o curta-metragem “Rumo a 2012”. Em seguida, criaram a produtora Postmodern Times com Nikos Katsaounis, pela qual desenvolveram uma série chamada “Além de 2012”. Este último projeto logo virou a base para o desenvolvimento de “2012: Tempo de Mudança”.

Com uma combinação de entrevistas e animação, o diretor tenta mostrar como é possível redesenhar a sociedade pós-industrial em princípios ecológicos para fazer um mundo que funciona para todos.

Nas conversas com cientistas e inventores, tomamos conhecimento de métodos que nem sabíamos existir, como o fungo micélio, capaz de recuperar em três meses um habitat contaminado por petróleo e substâncias químicas; a “eco-máquina” do inventor e biólogo John Todd, que purifica esgoto sem usar eletricidade ou qualquer produto industrializado, gerando água própria para banho pela combinação de 17 espécies de plantas.

O filme busca uma consciência coletiva, onde cada ser – humano pode e deve fazer um pouco mais pela sustentabilidade mundial e como resultado final o todo seria o grande beneficiado. Não é um filme chato nem um filme divertido de se ver, mas é um filme indispensável para quem pensa nas próximas gerações e sonha com um mundo melhor.

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