“Muse”, o show
Julho 31, 2008 · Imprima este Artigo
Por Lorena Boyer
Ontem o grupo britânico Muse se apresentou pela primeira vez no Brasil. Os fãs (como essa que vos escreve) ‘quase’ lotaram a pista do Vivo Rio, para uma apresentação mágica, emocionante, de arrepiar até quem não conhece a banda a fundo.
Conhecida por levar aos palcos superproduções, a banda faz parte da lista dos 50 melhores shows de todos os tempos da revista britânica “Classic Rock Magazine”.
O setlist foi bem parecido com os dos shows anteriores na america latina. A abertura instrumental de “Dance Of The Knights” seguida de “Knights of Cydonia”, do último disco de estúdio, “Black Holes and Revelations”, foi extremamente emocionante (eu ja disse emocionante antes?), de causar arrepio mesmo!!
Ao som de ‘Feeling good’ a platéia jogava papel picado (previamente combinado na comunidade Muse Brasil, do orkut)
Matthew Bellamy, o vocalista, deixou a apresentação ainda mais intensa ao tocar piano em diversas ocasiões.
Sem mais, eis o setlist:
Intro - Dance Of The Knights
01 - Knights Of Cydonia
02 - Hysteria + The Groove*
03 - Dead Star
04 - Map Of The Problematique + Outro
05 - Supermassive Black Hole
06 - Butterflies And Hurricanes
07 - Sunburn
08 - Jazz Intro + Feeling Good (Com “Confetes” da Platéia)
09 - Osaka Jam
10 - Invincible**
11 - New Born + Riff 1 + Riff 2
12 - Starlight
13 - Bossa Nova Intro*** + Time Is Running Out
14 - Plug In Baby (Com Balões)
-bis-
15 - Stockholm Syndrome + Riff 1 + Riff 2 + Riff 3
16 - Take A Bow
Depois do Rio, o Muse segue para São Paulo, onde toca nesta quinta-feira (31), no HSBC Brasil, e Brasília, no sábado (2), no Festival Porão do Rock.
Vídeo
“Starlight”, no Rio de Janeiro
Internet
- Site Oficial: muse.mu
- MySpace: myspace.com/muse
“Heroes”: Escolha um Lado
Julho 31, 2008 · Imprima este Artigo
Por Sissi Freire
“Desde antes de você nascer eu me dedicava a encontrar essas pessoas e trancá-las em um lugar onde eles não pudessem machucar ninguém. Porque eles são capazes de matar, aterrorizar e causar uma destruição inimaginável ao mundo. Eles são vilões, Claire.”
É assim que o pai da mais amada líder de torcida da TV americana começa o novo vídeo promocional da terceira temporada de Heroes, temporada que vem para abalar os conceitos que temos sobre quem é herói e quem é vilão, e nos incita a escolher um lado na batalha do bem contra o mal.
Todos os personagens que amamos estão presentes no vídeo. Claire, Nathan, Peter, Sylar, Hiro, Nikki entre outros.
“Heroes” volta as telas americanas dia 22 de setembro pela NBC.
“Gossip Girl” Promo
Julho 31, 2008 · Imprima este Artigo
Por Sissi Freire
Conforme já dissemos, os novos posters da segunda temporada de “Gossip Girl” estão pegando fogo de tão sexy!
Upper Easter Fãs, chegou a hora de vocês preparem seus corações e assistirem abaixo a promo que já está no ar pela CW. No vídeo, Blair pergunta a Serena se ela se divertiu durante o verão, e a loira mente descaradamente.
E enquanto isso, durante um programa da MTV, que teve como convidados Chace Crawford (Nate), Jessica Szohr (Vanessa), Leighton Meester (Blair), Ed Westwick (Chuck) e o novato Patrick Heusinger (Marcus), Jessica Szohr avisou que “a nova temporada da série tem tanto drama que vocês nem imaginam.” Ela garante que muita coisa interessante vai acontecer com Chuck e que o fato de Blair ter um novo “gossip boy” não siginifica que as coisas entre ela e Chuck esfriaram.
“Gossip Girl” volta as telas americas dia 1 de setembro.
Heroes Aposta em Retorno Triunfal
Julho 31, 2008 · Imprima este Artigo
Por Sissi Freire

Não precisamos nos esforçar muito para lembrar de um personagem de “Heroes” que usava seus poderes para apagar as memórias das pessoas. Esse, sem sombra de dúvida, era o tipo de poder que os escritores da série adorariam poder usar em alguns fãs
A segunda temporada de “Heroes” foi mais curta do que a primeira - o último episódio foi ao ar em dezembro - graças a greve dos escritores, mas talvez tenha sido a melhor coisa que aconteceu a série durante essa temporada. As lembranças mais frescas que ainda assombram a mente de alguns fãs não são nada lisonjeiras, uma vez que durante a segunda temporada as estórias traçadas foram se arrastando e os novos personagens que foram introduzidos com o intuito de dar um gás a série se mostraram fracos e desinteressantes, enquanto alguns dos personagens antigos foram brindados com estórias “sem rumo”, como Peter Petrelli e sua amnésia.
Agora, Tim Kring, criador da série, e os grandões da NBC querem que você se esqueça de tudo de ruim que aconteceu e para isso prometem grandes novidades para a estréia da nova temporada dia 22 de setembro. Obviamente eles estão contando que nós, os fãs, voltemos junto com a nova temporada!
As tentativas de reagrupar os fãs da série começaram na semana passada, quando o elenco de Heroes compareceu a Comic-Con em San Diego. Todos do elenco apareceram e os fãs foram agraciados com a exibição da primeira hora do novo episódio (Volume III, “The Second Coming”)
Obviamente, a NBC esperava criar toda uma comoção durante a Comic-Con e também se beneficiar da onda de marketing “viral” que conquistou o mundo. E Tim Kring aproveitou a onda e pediu, sem nenhuma vergonha, para que a multidão de mais de 6.000 pessoas saísse por ai dizendo que Heroes estava de volta melhor do que nunca.
CUIDADO.. SPOILERS ABAIXO!
Baseando-nos no que foi mostrado em San Diego, podemos dizer que a 3a temporada vai mostrar um Peter (Milo Ventimiglia) “futuro” de volta ao presente, tentando impedir seu irmão, Nathan (Adrian Pasdar), de expor ao mundo seus poderes secretos.
Enquanto isso, Mohinder (Sendhil Ramamurthy) desenvolve um novo soro que vai estimular o aparecimento de poderes em pessoas comuns e, para a surpresa geral, o indiano injeta o soro em sim mesmo. O diabólico Sylar (Zachary Quinto) encurrala Claire (Hayden Panettiere) em sua própria casa e rouba seus poderes de regeneração.
Hayden Panettiere está animada com a nova temporada e disse que como os personagens principais voltaram a trabalhar juntos, tudo está muito mais divertido. Sobre Claire, Hayden disse que a cheerleader está começando a abrir as asas e tentando se libertar do domínio do pai. Ela também confirmou que os fãs vão conhecer a Claire do futuro, que é malvada e mesquinha.
Agora, se depois de tanto tempo sem novos episódios você está preocupado se vai se lembrar do que aconteceu, relaxe. Segundo Hayden, “Tudo será diferente, e se vocês não se lembram do que aconteceu, está tudo bem.”
Entenderam agora o que eu falei no primeiro parágrafo sobre poderes de apagar a memória dos fãs? Parece que eles já fizeram isso.
Comic-Con 2008
Julho 31, 2008 · Imprima este Artigo
Por Anne Summers
Um dos maiores eventos do mundo direcionado à quadrinhos, sci-fi, filmes e seriados de tv aconteceu nos USA, mais precisamente em San Diego, na California, de 24-27 de Julho.
A cada ano a Comic-Con traz num gicantesco centro de convenções as ultimas novidades aos fãs, neste ano 125.000, e permite o encontro deles com atores, diretores, escritores e outros, através de sessões de autógrafos, painéis de discução, lançamentos de filmes e de seriados e outros eventos que são o sonho de consumo de muitos de nós.
Eu passaria o dia todo falando sobre este evento, principalmente porque tem muita coisa do meu interesse que foi divulgado lá. Tipo os novos quadrinhos da Abrams ComicArts, novas action figures, os atores e produtores de Heroes e outros seriados que participaram de painéis de discussão, lançamentos de cards colecionáveis, lançamentos de quadrinhos, e por ai vai.
Mas hoje vamos falar de um dos sub-eventos mais falados de ontem. A entrega do prêmio Eisner, o maior prêmio relativo à histórias em quadrinhos, que consagrou os brasileiros Gabriel Bá e Fábio Moon que são ilustradores e roteiristas de quadrinhos, que levaram 3 prêmios Eisner por seus trabalhos em “Antologia 5″, “The Umbrella” e “Shugar Shock”.
Isto mostra que em matéria de geek, esta terra tem futuro.
“Southland Tales”
Julho 31, 2008 · Imprima este Artigo
Por Bruno Accioly

Em uma realidade alternativa, o ano de 2006 foi marcado pelo ataque nuclear aos EUA que massacrou o Texas. Por conta do ataque o governo foi “forçado” a cercear os direitos de seus cidadãos para protegê-los de tudo mais que pudesse vir a ocorrer.
A partir daí, uma coleção de personagens vividos por um elenco inusitado passam por um caos surrealista numa trama de ficção científica incomum, cheia de humor negro, sarcasmo e crítica política.
“Southland Tales” (IMDB) não teve tradução para o português, talvez graças a estranheza que é o enredo deste filme.
Com o elenco propositadamente encenando de forma exagerada e demonstrativa em excesso, o diretor e roteirista Richard Kelly (“Domino” e “Donnie Darko”).
Dwayne Johnson, Sarah Michelle Gellar, Mandy Moore, Wallace Shawn, Seann William Scott, Kevin Smith, Justin Timberlake, Jon Lovitz, John Larroquette, Miranda Richardson, Christopher Lambert, Bai Ling, Janeane Garofalo, estão entre os atores que embarcaram nesta viagem distópica e totalitária retratada pelo diretor.
Planejado inicialmente para ser uma experiência interativa em nove partes, cujas seis primeiras partes seriam publicadas em histórias em quadrinhos (graphic novels) mensais antes do lançamento cinematográfico, este compreendendo as três partes finais.
A idéia de seis graphic novels acabou sendo reduzida para três e ilustradas por Brett Weldele com argumento de Kelly. Os exemplares foram lançados sob os títulos Two Roads Diverge, Fingerprints e The Mechanicals, entre Maio de 2006 e Janeiro de 2007 e relançados em um único volume de 360 páginas entitulado “Southland Tales: The Prequel to the Saga”
O início vertiginoso, com linguagem moderna e uma narrativa lisérgica, deixa bem claro que não se trata de um filme despretensioso, o que é capaz de afastar boa parte do público.
Apesar do tempo que o filme pede para começar a amarrar as pontas do enredo complicado e original, acaba sendo bastante curioso e interessante o resultado e desfecho do filme, dando margem a ricas interpretações para o espectador que é dado a este esporte.
Vale ver… mesmo sem ter a mão as graphic novels, mas é recomendável lê-las, uma vez que era este o projeto do diretor/roteirista.
Visite o site oficial do filme…
Curiosidade: Homem de projetos incomuns, Richard Kelly está filmando uma obra baseada em um episódio de além da imaginação que será entitulado “The Box” (IMDB), onde um casal recebe uma caixa com um botão que, se apertado, vai provocar a morte de alguém que eles não conhecem em algum lugar do planeta - uma clássica representação de um dilema moral.
“Hellboy 2 - O Exército Dourado”
Julho 30, 2008 · Imprima este Artigo
Por Lucas Sigaud
Hellboy está de Volta!
Para a alegria de todos, o super-herói mais improvável de todos os tempos está de volta: estreou dia 11 de julho nos Estados Unidos o aguardado “Hellboy 2 – The Golden Army” (IMDB), que só chegará aqui no Brasil dia 5 de setembro com o título “Hellboy 2 – O Exército Dourado”.
Mantendo a fórmula que deu certo, a história, no melhor estilo SteamPunk, é novamente escrita pelo diretor Guillermo del Toro (de “O Labirinto do Fauno”) e Mike Mignola (autor dos quadrinhos originais). Da mesma forma, o trio original de atores principais, Ron Perlman, John Hurt e Selma Blair (interpretando, respectivamente, Hellboy, o Professor Trevor ‘Broom’ Bruttenholm e Liz Sherman) está mantido, bem como alguns coadjuvantes importantes – mais notavelmente Jeffrey Tambor (na pele de Tom Manning) e Doug Jones (Abe Sapien).
Para aqueles não familiarizados, Hellboy é o bebê nascido nas chamas do inferno e trazido à terra ainda pequeno pelas forças nazistas (que, ao final da Segunda Guerra Mundial, começaram a apelar para magia negra) para perpetrar o mal. As forças aliadas, no entanto, acabam com os rituais antes de outros serem trazidos do inferno, e Hellboy é entregue aos cuidados do bondoso Dr. Broom, tornando-se assim um herói em vez de um vilão – ainda que não seja o estereótipo do super-herói perfeito (geralmente é justamente o oposto!).
Agora, Hellboy tem um problema de proporções épicas nas mãos: o líder do anárquico submundo, Príncipe Nuada (Luke Gloss), cansou-se de séculos de deferência e resolveu quebrar a trégua existente entre os seres humanos e os filhos originais da Terra. Para isso, Príncipe Nuada planeja acordar um exército adormecido de máquinas mortíferas que devolverão a todas as criaturas mágicas a liberdade para fazerem o que quiserem. Há apenas Hellboy no caminho de Nuada para impedir a completa aniquilação da humanidade.
O filme, como o trailer mais que demonstra, promete! Resta-nos apenas aguardar ansiosamente o dia 5 de setembro. (Enquanto isso, vale a pena visitar o site oficial do filme que é muito bem feito!)
Curiosidade: tanto Ron Perlman quando Guillermo del Toro recusaram trabalhos importantes para participarem de Hellboy 2: o primeiro recusou o papel de Piccolo em “Dragonball” (a ser lançado em 2009), enquanto o segundo recusou dirigir “Eu Sou A Lenda”, “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” (que vai sair em breve) e “Halo” (lançamento previsto para 2009).
Mais Sabrina Sanm
Julho 30, 2008 · Imprima este Artigo
Por Davi Lisbôa
Fui assistir a Sabrina Sanm no Letras & Expressões, que fez uma participação bem legal na apresentação da cantora Liah.
Valeu a pena e vou tentar deixar os leitores sempre informados tanto das apresentações de uma como de outra. Os vídeos da participação de Sabrina Sanm no show da Liah estão lá embaixo.
Sempre super ocupada, a Sabrina foi bem bacana a nos conceder nova entrevista, complementando a que foi ao ar no dia 25 de Julho de 2008 pelas mãos de André Sigaud.
Davi: Oi, Sabrina! Você falou pro André sobre suas influências musicais. Mas quais são as influências negativas? Aquela(s) banda(s) e/ou artista(s) intragáveis, que você faz careta só de ouvir o nome?
Sanm: Resumindo, eu odeio tudo que é mal feito, desafinado, sem conteúdo, cópias baratas do que está “in” e o terrível funk do Rio de Janeiro. Mas se você quer mesmo que eu cite algum nome, posso citar o que mais me irrita ultimamente que é queridinha da mídia, a Menina-Melão; a.k.a. Mallu Magalhães.
Davi: O que você cantarolava pra ter chamado a atenção da professora? Tchaikovsky?
Sanm: hahaha…boa! Lógico que não, na época eu curtia cantar umas músicas gospel, então me lembro de estar cantando algo como “Joyfull Joyfull” ou “Oh happy Day”. Essas duas com certeza eram as que eu mais cantarolava.
Davi: Qual foi o melhor show que fez até hoje?
Sanm: Existem shows que são melhores para o público, melhores para a banda, mas o meu predileto até hoje foi um show que fiz em Volta Redonda. Foi a melhor e maior estrutura, eu lembro que estava bastante cheio, o palco era enorme, a luz estava linda e o público me recebeu super bem. Saí do palco com um sorrisão no rosto.
Davi: “Senhoras e senhores, gostaria de chamar aqui no palco uma grande amiga minha pra cantar a próxima música. Senhoras e senhores, com vocês: Sabrina Sanm!” Quem você gostaria que dissesse essa frase?
Sanm: Um dos meus artistas prediletos; Jay Vaquer já disse esta frase, o que me deixou bastante lisonjeada! Mas se fosse “Ladies and Gentlemen…” aí… acho gostaria que fosse a Sandra Nasic na época em que ela era vocalista do Guano Apes! Vejo que esqueci de mencioná-la anteriormente como uma das bandas prediletas, mas seria um sonho dividir o palco com eles.
Davi: Se tivesse que formar uma banda para um único show, qual seria a formação do seu Dream Team? Vale até os que já bateram as botas!
Sanm: Taylor Hawkins (Foo Fighters) na bateria, Stefan Ude (I.O., Guano Apes) no baixo, Chris Kilmore (Incubus) nos teclados / pic-ups, Nuno Bittencourt em uma guitarra e Renato Pagliacci na outra. Ah, e Tom Lord Alge no P.A.!! Sensacional!!
Davi: E a banda que te acompanha? É a mesma desde o início ou já rolaram variações na formação?
Sanm: Exceto pelo guitarrista que também é o co-autor de todas as músicas e produtor musical do trabalho, Renato Pagliacci, houve mudanças na formação, mas desde 2006 meu Baterista é o Diego Andrade e desde o final do ano passado meu baixista é o Davi Iceberg, ambos talentosíssimos e muito queridos.
Davi: Como você enxerga o mercado fonográfico atualmente? Ele ainda tem salvação ou a tendência é a extinção do modo como a música é comercializada hoje em dia?
Sanm: Eu enxergo com uma lupa! O formato de consumo da música mudou, agora basta esperar a indústria fonográfica se achar e começar a caminhar no mesmo ritmo. Quem viver verá!
Davi: E como está o cenário musical no Rio? As bandas e os espaços para shows?
Sanm: O cenário musical do Rio está dançando em ritmo de Funk e samba. As bandas que não dançam estes ritmos se espremem nos poucos espaços que ainda existem.
Davi: Conte-nos como foi a sua participação na trilha da série “9mm: São Paulo”.
Sanm: A produção da série entrou em contato dizendo que gostariam que duas músicas minhas entrassem na trilha. Achei muito legal e gostei da série também.
Davi: E o que você faz além da música?
Sanm: A música ocupa a maior parte do meu tempo. Quando não estou trabalhando gosto de assistir filmes, séries, ler e navegar na internet.
Davi: Quantas vezes já respondeu àquela pergunta sobre te compararem com a Pitty?
Sanm: “1 ou 2 vezes… não me perguntaram isto!!!” Hahaha Em 99% das entrevistas me fazem esta pergunta…
Davi: Já aconteceu algum imprevisto ou situação inusitada em algum show?
Sanm: Quantas páginas pode ter esta resposta? Sim, já aconteceram todos os tipos de imprevisto e situações inusitadas possíveis… uma das mais memoráveis foi num show em praça pública; enquanto eu cantava a música me empolguei e virei bruscamente para entrar no refrão… eis que nesse mesmo instante enquanto eu levo o braço para o lado e volto, o cabo do microfone se soltou e foi parar do outro lado do palco!Na música seguinte foi o cabo da guitarra que soltou do amplificador durante o solo… foi uma beleza, mas a gente fez cara de que estava tudo certo!
Para quem não teve a oportunidade de ver a Sabrina Sanm, vale a pena ir em cima das próximas oportunidades, que rolam na abertura do shows do The Muse no Rio (hoje!) e em São Paulo, que vai contar com a participação dela junto de Jay Vaquer no Vivo Rio e no HSBC Hall.
Liah e Sabrina Sanm
Internet
Site Oficial: Sabrina Sanm
Pefil: MySpace
Perfil: Orkut 1, Orkut 2
Blog: MySpace Blog
Fotos
“Despertar”
Julho 30, 2008 · Imprima este Artigo
Por Lucas Sigaud
Chega ao fim um dos mais bem-sucedidos e melhores livros em quadrinhos (ou graphic novels, se preferirem) de todos os tempos – “Despertar”, décimo e último capítulo de Sandman, de Neil Gaiman, está sendo agora lançado pela Conrad com tradução de Daniel Pellizzari. O desfecho da série, após a morte do primeiro aspecto do Sonho, apara as pontas soltas deixadas ao longo dos nove capítulos anteriores.
“Despertar” (em inglês, “The Wake”) conta como a família e amigos de Morpheus se reúnem em luto para prestar suas homenagens, enquanto um novo Senhor dos Sonhos começa a reconstruir seu reino.
Neil Gaiman é o autor de diversos títulos, como “Deuses Americanos”, “1602”, “Filhos de Anansi” e “Coisas Frágeis” (cuja resenha saiu recentemente aqui no OutraCoisa), bem como do roteiro de Beowulf (dirigido por Robert Zemeckis) para o cinema e da graphic novel “Stardust”, que virou filme ano passado, estrelado por Robert de Niro e Michelle Pfeiffer. A conclusão da premiadíssima e mundialmente aclamada série Sandman, iniciada em 1988 (vinte anos atrás!), é certamente um prato cheio para seus numerosos fãs.
Curiosidade: “Despertar” termina com “A Tempestade” – um flashback de um evento no passado de Morpheus, que diz respeito a uma barganha feita com William Shakespeare. Hob Galding também faz a sua participação no livro. Imperdível!
Serviço
Título: “Sandman: Despertar ”
Autor: Neil Gaiman
Editora: Conrad
Preço: R$ 55,30
Número de páginas: 200 páginas
ISBN: 9788576163084
Compre: Clique aqui para comprar
“A Caçada”
Julho 30, 2008 · Imprima este Artigo
Por Lucas Sigaud

“Only the Most Ridiculous Parts of the Story Are True” (“Apenas as Parte Mais Ridículas desta História São Verdade”, em português). Assim abrem-se as cortinas para o mais novo filme de Richard Shepard (diretor e roteirista), “A Caçada” – em inglês, “The Hunting Party”, trocadilho intraduzível com o nome do personagem principal, Simon Hunt, interpretado surpreendentemente bem por Richard Gere.
O filme, que contém uma crítica sarcástica muito bem feita, é baseado em um artigo do Scott Anderson, no qual, assim como no filme, um pequeno grupo de jornalistas (incluindo Scott) tenta encontrar um dos maiores criminosos da Guerra da Bósnia, Radovan Karadzic (chamado aqui de Bogdanovic), que durante anos escapava de forma curiosa por entre as mãos da ONU, OTAN, etc.
Em “A Caçada”, Simon Hunt é um jornalista que, um dia, foi o melhor correspondente de guerra da imprensa norte-americana, mas que caiu em desgraça após perder a cabeça durante uma transmissão ao vivo e anda na miséria. Com a ajuda de seu antigo parceiro Duck (Terrence Howard, de “Crash”, espetacular como de costume) e do jovem e inexperiente Benjamin (Jesse Eisenberg, uma revelação), Simon se embrenha no interior da Bósnia à procura de Bogdanovic, no que pode ser a volta ao topo de sua carreira, além da tentadora recompensa de cinco milhões de dólares.
O filme é ao mesmo tempo tenso, engraçado, dramático e muito, muito realista. Não há cenas de ação fantasiosas ou super-heróis. O próprio conceito preto-e-branco de mocinhos e bandidos torna-se cinza ao longo da trama, que nem por um segundo deixa de prender a atenção do espectador.
Conselho único: esteja dia 8 de Agosto na estréia e não perca esse grande filme.
Curiosidade: ao final do filme, após o texto de praxe contando as conseqüências e o destino dos principais personagens reais envolvidos, há um engraçadíssimo esquete com “o que era ou não real nesta história”. Vale a pena ficar e ver.
Outra coisa… Karadzic foi preso dia 21 de Julho de 2008 em um ônibus em Belgrado.














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