Video Game Music: 10 Odes a Super Mario

Abril 30, 2008 · Imprima este Artigo

Por Pedro Drable

Desde pequenos, somos bombardeados com informação sonora por todos os lados. É fácil lembrar de músicas de desenhos, filmes, jingles, vozes de dubladores e outros sons que nos acompanharam durante todo o nosso desenvolvimento. Muitas dessas lembranças permanecem conosco pra sempre, trazendo uma boa sensação de nostalgia, um “calorzinho” no peito, sempre que ouvimos algo que nos leve de volta à infância. Com certeza, o tema de Super Mario Bros. produz esse efeito.

Por isso, juntei uma lista com, não cinco, mas dez vídeos que mostram formas impressionantes de homenagear a música do maior ícone dos games de todos os tempos. Aproveitem.

Baixo de 11 cordas

Apesar de errar algumas poucas notas, o baixista mostra uma habilidade impressionante ao tocar esta tora de madeira que ele chama de instrumento musical.

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Piano (vendado)

Este vídeo rodou a internet e provavelmente você já viu. Um rapaz asiático de coordenação absurda que toca vendado o tema de Mario ficou tão famoso que foi chamado para se apresentar junto da orquestra do Video Games Live Concert, o maior show musical do universo gamer que existe.

Flauta e Beatbox

Parece bobo tocar Super Mario em uma flauta. Mas este músico não faz só isso. Assista ao vídeo e comprove.

Hand Fart

Você consegue fazer barulho de, ahn, flatos usando só as mãos? Olhe o que este sujeito consegue fazer. Eu tentei. Só consigo tocar o início de We will rock you. Mal.

Bobina de Tesla

Isso é bem nerd, do jeito que a gente gosta. Um grupo de engenheiros construiu duas Bobinas de Tesla idênticas ligadas a laptops. A informação de MIDI que cada bobina recebia controlava a emissão de faíscas e, consequentemente, o som gerado. O resultado é esse.

Régua

O “músico” mostra muito talento, apesar da execução pouco refinada. Também, o que você esperava de alguém que toca Mario em uma régua de plástico?

Carro de Controle Remoto e Garrafas

Um grupo de jovens inova tocando Mario com a ajuda de um carrinho guiado por controle remoto. O vídeo prova duas coisas: certas pessoas têm muita criatividade e muito tempo ocioso.

Coro

Linda apresentação de um coro norte-americano. Apesar de estar figurando na homenagem ao Mario, quem rouba o vídeo é a primorosa interpretação de peças de Tetris. Imperdível.

Quarteto de Fagotes

Até encontrar este vídeo, eu não sabia o que era um fagote. Agora sei que é um instrumento de sopro da família do oboé, e que é perfeito para músicas de games.

Video Games Live

Não podia faltar o maior evento musical de games que existe. O Video Games Live já visitou o Brasil e parece que vem de novo em 2008. Ouça esta interpretação de Super Mario: você não vai querer perder o próximo show.

E assim termina nossa lista com 10 formas completamente diferentes de se tocar Super Mario Bros. Fica provado que Koji Kondo, compositor desta trilha e de outras como as músicas de Duck Hunt e The Legend of Zelda, é um verdadeiro gênio. Parabéns para todos os criadores aí de cima e uma grande salva de palmas para o mestre Kondo.

ps: depois de terminar este post, descobri que o pessoal do Xpock já tinha feito um Top 10 sobre vídeos do tema de Super Mario. Já que a minha seleção tem sete vídeos diferentes, resolvi postar assim mesmo. Mas visitem o site deles também!

Franz Kafka em Quadrinhos

Abril 27, 2008 · Imprima este Artigo

Por Bruno Accioly

Peter Kuper era mais conhecido por ter levado as personagens de “Spy vs. Spy” para a Revista MAD, mas, recentemente, suas adaptações de Franz Kafka em “Desista! e Outras Histórias de Franz Kafka”[bb] e “Metamorfose”[bb], traduzidas em várias línguas, é o que mais tem chamado a atenção dos fãs de quadrinhos.

Ilustrador de publicações como a Time Magazine, Businessweek e The Progressive, Peter Kuper acertou em cheio ao resolver se envolver com as adaptações das narrativas surrealistas do escritor tcheco.

“Desista!” sai em uma edição de 64 páginas e “Metamorfose” em 77 páginas pela editora Conrad. São obras de Kuper para o leitor de quadrinhos e para o leitor de Kafka se deleitarem em um novo viés da obra original.

Com seu traço que remete ao trabalho de Lasar Segall, o autor não se atém às interpretações mais superficiais da obra original, fazendo uma leitura gráfica própria.

A obra de Franz Kafka é seminal. Ela traz em si codificada muito da condição humana, da tragédia e do fascínio daquilo que chamamos de civilização.

Kuper usa de meta-linguagem o tempo todo para traduzir significado, provocando sensações no leitor por vezes de forma mais literal do que o próprio Kafka ousaria fazer.

“Metamorfose” e sobretudo “Desista!” não são mero entretenimento, mas arte. E é preciso lê-los tendo isto em mente. Não se tratam de quadrinhos com final feliz ou que estão ali para fazer o leitor sentir-se bem.

Antes esgotada devido a sua inclusão no PNBE - Programa Nacional Biblioteca na Escola - “Metamorfose”, de Kuper, voltou a aparecer para aquisição em livrarias e no Submarino[bb], junto com as demais obras do autor.

É bom lembrar, sempre, contudo, que a linguagem de quadrinhos não é a linguagem literária. Arte Seqüencial não deve ser lida com a mesma “régua” que se lê um livro. São coisas diferentes.

Ambas as obras continuam densas, mas a densidade dos livros é a densidade dos livros e a dos quadrinhos está “restrita a” ou “enriquecida pela” linguagem deste meio.

Adquira as obras de Kuper[bb]

Ou abaixo:

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“Viagem ao Mundo dos Sonhos”

Abril 26, 2008 · Imprima este Artigo

Por Bruno Accioly

Tinha eu 14 anos, em 1985, quando foi lançado, pela Paramount, o filme de Joe Dante (de “Gremlins”[bb], “Twilight Zone”[bb] e “Viagem Insólita”[bb]) “Viagem ao Mundo dos Sonhos”[bb], com Jason Presson, Ethan Hawke e River Phonix.

Alguma coisa estava acontecendo com o cinema naquela época, alguma coisa muito importante. Além de novos e talentosos atores estarem aparecendo, roteiros interessantes e que apelavam para o imaginário da garotada começavam a sair das pranchetas para as telas, pelas mãos de Dante, Zemeckis, Ron Howard e uma série de outros diretores, muitas vezes sob a produção de Spielberg

Fazendo referências a filmes antigos e importantes de ficção científica, como “Guerra dos Mundos”[bb], “O Dia em que a Terra Parou”[bb] e “O Planeta Proibido”[bb], “Viagem ao Mundo dos Sonhos”[bb] acertou em cheio no imaginário infantil e adolescente, lançando mão de arquétipos clássicos de adolescentes - o Geek, o Rebelde e o Garoto-com-quem-qualquer-outro-se-identifica - de forma a cooptar os corações e mentes de uma juventude que via a tecnologia se desenvolver e sabia que algo mágico estava por vir.

Ainda capitalizando em cima das possibilidades geradas por George Lucas, quando criou a Industrial Light and Magic, a indústria cinematográfica começava a amadurecer uma forma de se comunicar com um público jovem mais inteligente que se supunha e que - principalmente nos estados unidos - começava a colocar suas mãos em microcomputadores e a imaginar que tudo era possível.

A personagem vivida por Ethan Hawke começa o filme sobrevoando gráficos computadorizados de circuito impresso, uma revelação que é usada pela personagem de River Phoenix para criar, em seu Apple IIc, um gerador de campo de força anti-inércia controlável que, junto com Jason Presson, usam para empreender uma jornada sonhada por qualquer rapazinho nerd da época.

O “Thunder Road” (veja o clip), a nave que os meninos montam em um terreno baldio foi batizado com este nome em homenagem a uma música de Bruce Springsteen e o diretor faz diversas outras referências a cientistas e escritores de ficção científica como Einstein, Julio Verne, Robert Heinlein, o que dá um toque gostoso no filme para quem é fã do gênero.

Dante provou, neste filme, sua paixão pelo cinema, ao fazer referência a “Guerra nas Estrelas”[bb], com Hawke imitando Darth Vader usando um sabre de luz; “Cidadão Kane”[bb], com Rosebud encostado em um canto de um ferro-velho; e “Gremlins”[bb], ao mostrar a manchete “Kingston Falls ‘Riot’ Still Unexplained”, em referência a cidade onde os Gremlins criaram toda aquela confusão.

Apesar de todo o potencial e beleza da obra, a Paramount jamais permitiu que Joe Dante terminasse o filme, lançando-o do jeito que estava, o que a meu ver não tira o charme do filme.

Dante encheu o filme de detalhes interessantes, referências familiares para o jovem e o velho nerd e em alguns momentos alcançou a magia de Spielberg, influência forte na Década de 80, com “E.T. - O Extra-Terrestre”[bb], claramente decorrente de uma leitura da visão de George Lucas, com “Guerra nas Estrelas”.

Não faltaram referências, aliás, a “Guerra nas Estrelas”… em dada cena, um filme fictício passa em um drive-in e o nome do filme é “Starkiller”, o primeiro sobrenome cogitado por Lucas para a personagem que acabou se chamando Luke Skywalker.

O DVD está disponível discretamente em Fnacs, Submarinos, Americanas e lojinhas da vida, mas vale tanto pela nostalgia quanto pelas duas curtas mas adoráveis cenas adicionais que foram incluídas na media.

Segue um longo trecho do filme:

Adquira “Viagem ao Mundo dos Sonhos”[bb]

Ou abaixo:

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“Sunshine - Alerta Solar”

Abril 25, 2008 · Imprima este Artigo

Por Bruno Accioly


Alex Garland e Danny Boyle (de “Trainspotting”[bb]) respectivamente escreveram e dirigiram um dos melhores filmes de ficção científica dos últimos 5 anos. Algo que Arthur C.Clarke[bb] facilmente teria assinado junto a Gentry Lee[bb].

Surpreendentemente fazendo parte do subgênero Hard Science Fiction, “Sunshine” – explicado no Brasil como “Sunshine – Alerta Solar”[bb] – tem até qualidades demais para ter sido feito em Hollywood. Parece mais um filme europeu ou uma refilmagem de clássico tipo “Solaris”[bb], que todo mundo tem medo de mudar demais.

No filme, que se passa cinqüenta anos no futuro, a raça humana detectou acentuado declínio na energia solar e diagnosticou sua morte prematura. A estrela estaria tendo seu funcionamento prejudicado por ter sido infectado por uma massa de partículas “Q-Ball” – um núcleo super-simétrico estável que tornaria a fusão impossível, idéia baseada em teorias do CERN.

Sete anos após o fracasso da primeira missão até o Sol, Icarus 2 era a última tentativa de uma raça moribunda em tomar as rédeas da situação. Mas o ser humano está em maus lençóis: toda matéria físsil da qual se pode lançar mão foi gasta nas duas naves e dificilmente haveria orçamento e material para uma nova missão caso a segunda nave também desaparecesse.

Com supervisão científica do Físico Brian Cox, do CERN, o filme é uma daquelas pérolas do cinema de ficção científica que não se permite cair para o fantástico e que lança mão da poesia visual sempre que pode para alcançar o emocional do espectador.

Garland, um apaixonado por ficção científica, gostou da leitura de Boyle do filme, que com pequenas divergências, não deixa de passar a mensagem furtiva que permeia as questões do ateísmo e o encontro com Deus.

Não sei quantos astronautas arriscariam entrar em uma nave batizada com o nome do imprudente acompanhante de Daedalus em sua fuga – que acabou voando “perto demais do Sol” e acabou por destruir as próprias asas, cuja cera que prendia as penas derreteu pelo calor… mas sei que a maior parte dos fãs de ficção científica que conheço, no mínimo, usariam o nome como piada interna!

O filme é quase que cientificamente correto, exceto por algumas liberdades criativas tomadas por Boyle em cima do roteiro de Garland que, por exemplo, acabaram com a visão realista (e inconveniente) do roteirista, onde não era possível gerar gravidade artificial a não ser com o uso de força centrífuga.

Não é tão comum encontrar filmes de Hard Science Fiction por aí. Em “O Enigma do Horizonte”[bb], que tinha tudo para se mostrar um filme de Ficção Científica sério acabou descambando para o terror (ainda que tenha sido um bom filme de terror, fugiu ao gênero SciFi) .

“Sunshine” já está disponível nas locadoras, mas também começa a passar na Net, uma ótima pedida para uma sexta-feira!

  • 25/04/2008 - 22:00 - Telecine Premium
  • 27/04/2008 - 13:05 - Telecine Premium

Adquira aqui: “Sunshine - Alerta Solar”[bb]

Ou abaixo:

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Conteúdo gerado pelo Gamer

Abril 24, 2008 · Imprima este Artigo

Por Pedro Drable

Desde os antigos jogos de RPG até os mais complexos construtores de arena a la Half-Life, a idéia de customização nos games não é exatamente o que se pode chamar de “nova”. O que hoje se faz escolhendo esta ou aquela armadura para o seu avatar de um MMORPG já existia, conceitualmente, na simples possibilidade de jogar com o Ken azul em Street Fighter II.

Mas o que você talvez não tenha percebido é que próximo passo no quesito customização de games já foi dado. Agora, o eixo principal de alguns jogos é justamente a possibilidade de criar uma experiência de jogo única, só sua. Fazendo as vezes de programadores e designers, agora somos nós, os gamers, que vamos decidir o que fazer em mundos quase completamente abertos. Acompanhe alguns exemplos de games onde o que você cria é o que conta.

LittleBigPlanet

LittleBigPlanet é um jogo de proposta tão diferente que, bem, não se encaixa em nenhuma definição. A empreitada da produtora Media Molecule no PS3 se assemelha a uma ferramenta de construção de arena, só que com possibilidades absurdas de tão amplas. A idéia é que se forme uma comunidade de jogadores, onde é possível trocar todo o conteúdo gerado pelo sistema de criação do jogo. Ah, e você é uma espécie de bonequinho de pano, que também pode ser customizado, claro.

Dizer que LittleBigPlanet é um mega construtor de cenários é fazer pouco caso dos incríveis efeitos de física e ferramentas de construção do game. A liberdade é tanta que podemos esperar por uma enxurrada de obras de arte feitas com a ajuda dos bichinhos de pelúcia macabros. Bem, considerando a vocação para o mal deste tipo de liberdade, é óbvio que várias criações não tão artísticas assim também aparecerão de todos os cantos do mundo. Resta saber se virá algum software de controle de conteúdo junto com o jogo.

Monster Lab

Neste game para Wii e DS você encarna um cientista louco recrutado para construir um tipo de Frankenstein/Rocky Balboa e vencer as criações de outro cientista que governa a região na base do “Big Stick”. O jogador deve encontrar ingredientes para fazer partes de corpos e depois uni-las, criando um guerreiro com características únicas.

Não há como olhar para este jogo e não se deixar levar por uma antiga vontade interna que todos nós tivemos de construir um daqueles robôs lutadores que se vê na televisão às vezes, com serras elétricas, machados e outros apetrechos de destruição. Tudo bem, talvez só eu sinta isso. Mas ainda assim, o jogo promete.

Drawn to Life

Este jogo poderia ser mais um game de plataforma genérico, não fosse pelo fato que, graças à tela sensível do Nintendo DS, você desenha o protagonista e muitos dos seus itens, da forma que quiser.

Quanto ao jogo em si, na verdade a fórmula não é um primor de originalidade, mas há de se concordar que nunca foi possível ter um personagem principal tão próprio em um game.

Blast Works

Você lembra daqueles jogos de tiro estilo Gradius? Blast Works é um construtor desse tipo de shooter. Você pode regular parâmetros como a direção do scroll da tela (lateral ou para cima), desenha suas naves e inimigos e pode ainda enviar seu jogo para amigos pela rede WiiConect. Para melhorar, você pode habilitar quatro shooters clássicos no jogo, além da infinidade de possibilidades que ele já proporciona.
Se você é um fã deste tipo de game, comece a considerar comprar um Wii. Blast Works é garantia de diversão eterna.

Spore

O angustiantemente esperado jogo de Will Wright, criador das séries SimCity e The Sims, tem como característica o mote principal, um tanto quanto ousado. O jogador deve desenvolver uma civilização que chega a conquistar o espaço a partir de um organismo unicelular. O game que, só com isso, faria Sid Meier arregalar os olhos, tem mais um interessante detalhe: o jogador escolhe o caminho de evolução da sua espécie. Isso mesmo, ao final do jogo, você terá criado um ser completamente diferente de qualquer outro, a partir dos seus parâmetros. Quer que seu novo animal tenha quatro braços e não tenha olhos? Ok, a escolha é sua. Quer que sua raça seja esguia como uma lagartixa? Vá em frente. Quer criar uma bolinha sem membros que não consegue sair do lugar? É uma opção, mas você provavelmente entrará em extinção bem rápido.

De qualquer forma, Spore parece ser um grande jogo, daqueles que chegam e mudam o mercado por completo. Resta saber se algum dia ele ficará pronto, ou se teremos outro Duke Nukem Forever nas mãos. Espero que não.

Com mais uma lista de 5 jogos, fica provada a teoria de que o mundo será, no futuro, um gigantesco YouTube. O “conteúdo gerado pelo usuário” finalmente chegou aos games. Ora, melhor para nós, os tais usuários.

World of Warcraft Brasil

Abril 23, 2008 · Imprima este Artigo

Por Lorena Boyer


Quem gosta de RPG certamente já ouviu falar do MMORPG World of Warcraft.
A Saga “Warcraft” começou em 1994 com o primeiro jogo da série, Warcraft: Orcs & Humans. A série superou expectativas e, em 2004, a Blizzard lançou o que seria seu maior sucesso: WoW - como é conhecido no mundo virtual - recentemente atingiu a marca de 10 milhões de jogadores no mundo inteiro. O que, fazendo as contas, dá algo em torno de 1 jogador para cada 625 seres humanos no planeta!

A primeira expansão do jogo, “The Burning Crusade”, foi lançada em janeiro de 2007, Surgiram novas raças, novos cenários e o aumento do level cap de 60 para 70. O sucesso continuou e a Blizzard já anunciou o nome da nova expansão: “Wrath of the Lich King”, ainda sem data de lançamento oficial.

Como em todo RPG, cada jogador escolhe uma facção (horda/aliança), e depois uma raça e uma classe. Cada raça (Blood Elf, Orc, Humano, Undead etc.) tem suas características, assim como suas classes (Mage, hunter, warrior, priest etc.), além disso, é possível escolher entre as profissões que o jogo oferece (tailor, enchanter, jewelcrafter etc.)

Ainda é possível participar de Guildas, ou até mesmo criar a sua. Uma guilda é uma espécie de irmandade, onde juntos, se organizam para matar monstros ou ate mesmo jogadores da outra facção.

Os cenários são lindos, a jogabilidade é muito boa, e a história por trás de cada personagem é bem consistente, seguindo sempre o pano de fundo do Universo Warcraft.

É um mundo à parte, complexo, enorme, viciante. Se por um lado o WoW permite “conhecer” pessoas do mundo inteiro, por outro exige dedicação - não dá pra jogar “só 15 minutinhos”- ainda mais se o jogador quiser desbravar as lutas “high-end” oferecidas pelo jogo.

Jogo World of Warcraft desde fins de 2007, meus personagens estão do lado da Horda, no servidor Warsong, onde a maioria da população é brasileira. Jogo principalmente com a ‘Beatinha’, uma Blood Elf Holy Priest, e faço parte de uma guilda com uns 40 membros ativos. Atualmente em progressão estamos em 6º lugar no servidor. Semana que vem começaremos a luta contra o boss mais importante desta expansão: Illidan Stormrage, velho conhecido do Warcraft!

E pra quem quer se aventurar por Outlands segue o link dos 10 dias grátis oferecidos pela blizzard:

Aproveite 10 dias em WoW…

E não deixem de visitar o meu blog!

Visite o WoWGirl…

Adquira produtos do Universo de World of Warcraft.[bb]

Ou selecione abaixo outros produtos do Universo de World of Warcraft:

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RadarPop Episódio 42

Abril 20, 2008 · Imprima este Artigo

Por Bruno Accioly

Com Cris Dias e os convidados Marcelo Forlani (Omelete) e Carlos Merigo (Brainstorm#9, SmellyCat e SaveGame) discutem sobre os novos projetos da Disney, Pixar, Séries de TV diversas, SpeedRacer e sobre a lista das 100 melhores séries da Revista Monet.

Com um divertido fundo musical de Herb Alpert[bb] e com a música “4 Minutes[bb]“, de Madonna, o grupo de peso se diverte enquanto promete que estão se programando para lançar um podcast por semanas, revesando entre o RadarPop e o Brainstorm#9.

Vá para a página do RadarPop Episódio 42

Musicovery, navegando pela Música

Abril 19, 2008 · Imprima este Artigo

Por Bruno Accioly

Um jeito diferente, lúdico e moderno de ouvir música, o Musicovery dispõe autores, gêneros e títulos em uma árvore de infinitos ramos interligados - um grafo, na verdade - agilizando sua busca enquanto te permite ouvir música da melhor qualidade.

O Musicovery pode ser utilizado mesmo por quem não é cadastrado, o que desburocratiza seu uso e o torna mais simpático para quem prefere entrar no serviço e sair utilizando.

Em um mundo coalhado de redes sociais, onde o Last.fm reina quase que absoluto no ramo da música, o Musicovery é um bom descanso desse cabo de guerra que tenta te cadastrar em montes de redes de amiguinhos.

A versão paga do Musicovery permite ao usuário manter uma lista de favoritos e acessá-la mais facilmente, mas o usuário gratuito já vai ficar bastante feliz em poder banir as músicas que não suporta, marcar as músicas que gosta. O fato de a versão gratuita ter comprometida a qualidade de áudio (Lo-Fi) não vai fazer muita diferença para o usuário de mp3 players comum.

Visite o Musicovery agora mesmo…

“A Dama da Água”

Abril 16, 2008 · Imprima este Artigo

Por Bruno Accioly

“A Dama da Água” é um filme especial e muito dos motivos pelos quais este é um filme especial vem do fato de que M. Night Shyamalan é um diretor/roteirista especial.

Não é papo-cabeça de filme cult a questão… Shyamalan consegue escrever e filmar fábulas modernas e adultas, com temas e enredos que fazem a Geração X se transportar para uma época mágica e esquecida dentro deles mesmos.

Shymalan não é um sujeito pouco ousado. Ele tirou os filmes das mãos da Disney e levou-o para a Warner por “incompatibilidade criativa”, uma pequena saga que acabou virando livro - “The Man Who Heard Voices: Or, How M. Night Shyamalan Risked His Career on a Fairy Tale” (em português, “O Homem que Ouvia Vozes: Ou, Como M. Night Shyamalan Arriscou sua Carreira por conta de uma Fábula”.

Originalmente escrito para seus filhos, a obra não teria ido para as telas se não fosse a ousadia do diretor/roteirista, que tem em seu currículo outros importantes títulos como o surpreendente “Sexto Sentido”, o subestimado “Corpo Fechado”, o enigmático “Sinais”, e o sensacional “A Vila”.

Em “A Dama da Água”, Shyamalan tira as luvas, cospe no chão e chama a Geração X para cair dentro de um filme que é assumidamente uma fábula. Agora sem subtextos ou conotações, mas forçando o espectador a acompanhar a gincana do absurdo da qual as personagens se vêem forçadas a fazer parte.

A história gira em torno do zelador gago, chamado Cleveland Heep, que encontra uma garota chamada Story (”Estória” em português) nadando na piscina do condomínio. Interrogando a menina ele descobre que ela é uma “narf” e que ela vem de um certo Mundo Azul e que traz uma mensagem para a Humanidade.

Um a um, Cleveland convence os demais condôminos a ajudar a adorável e vulnerável “narf” a cumprir sua missão.

Com uma liturgia própria e original, o filme acaba remetendo a filmes como “O Pequeno Príncipe”, “Alice no País das Maravilhas” e “Viagem de Chirriro” enquanto percorre sua jornada pela forma que coincidências, vida e roteiros acontecem.

A pletora de personagens de mais essa obra de Shyamalan lhe fez ter vontade de escalar outros astros, como William Hurt, Sidney Poitier, Chris Cooper, Gene Wilder, Terrence Howard, Alec Baldwin, Vince Vaughn, Forest Whitaker e Don Cheadle mas o papel principal, desde o início, o diretor tinha como primeira opção, para o papel do zelador, Paul Giamatti - embora Kevin Costner havia sido considerado.

Na NET - “A Dama da Água” passa:

Adquira “A Dama da Água”[bb]

E demais filmes do M. Night Shyamalan:

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Flash Games: 5 jogos que você precisa ver!

Abril 14, 2008 · Imprima este Artigo

Por Pedro Drable

Qualquer um que goste de games e internet já se divertiu por alguns minutos com joguinhos em Flash. Seja naquele momento em que você não agüenta mais trabalhar, quando você está esperando um download acabar ou quando simplesmente não há nada melhor para fazer, os jogos em Flash estão lá, para nos tirar da angústia terrena e limpar nosso cérebro de todas as preocupações. Mas isso não costuma durar mais do que 10 minutos. Ou será que você está jogando os jogos errados?

A capacidade criativa dos programadores e designers amadores espalhados pela rede criou verdadeiras jóias, dignas de serem apreciadas como os jogos clássicos. É claro, na maioria das vezes os games são versões de formatos conhecidos, como o velho “side-scroller de plataforma” (Super Mario Bros. e similares). Apesar de existirem alguns grandes jogos nesta linha, em geral não passam de mais do mesmo.

Mas alguns destes “joguinhos” nos pegam desprevenidos. Estes provam que uma idéia diferente pode surpreender até o mais experimentado dos gamers. Divirta-se com a lista de jogos aí abaixo. São exemplos de que as mentes por trás destes passatempos online podem, e devem, ser levadas a sério.

Magic Pen

O objetivo do jogo é bem simples: fazer uma bola vermelha atingir uma ou mais bandeiras. Para completar o puzzle, o jogador deve desenhar formas geométricas, que ganham propriedades físicas assim que são terminadas. Difícil de entender? Fica muito fácil jogando. Alavancas, rampas, degraus, todo o tipo de figura pode ser desenhado. Acredite, você vai perder horas tentando solucionar estes problemas.

Obs: O encantador jogo produzido pela BubbleBox é, na verdade, cópia de um projeto que se baseava no mesmo conceito, o Crayon Phisics. Por que colocar o link para a cópia? É que o projeto original não pode ser jogado online, só por download. E não dá pra fazer download em alguns lugares, certo?

Experimente agora!

Portal: The Flash Version

Ok, isso é um port do jogo “Portal”, que saiu para PCs no bundle Orange Box, aquele com todas as versões de Half-Life. Mas a verdade é que este jogo funciona tão bem em 2D que traz uma experiência nova pra quem joga. E mais, nem todos nós temos dinheiro para pagar o preço da Orange Box ou de uma placa de vídeo que agüente todos aqueles polígonos. O de Flash é mais que o suficiente para te distrair por um bom tempo.

Experimente agora!

Line Rider

É um clássico da internet, de premissa banal: desenhe uma linha e um simpático garoto de trenó descerá por ela. Parece bobo? É porque é mesmo. Mas fazer caminhos que aumentem a velocidade do rapaz até que ele se choque contra uma parede bem colocada nunca perde a graça.

Vale também procurar pelos vídeos postados no Youtube onde alguns jogadores mostram seus intrincados percursos. É assustador pensar que o joguinho pode ser viciante a este ponto, então, use com moderação.

Experimente agora!

Tactical Assassin

Um belo jogo onde você é um Sniper a serviço de uma organização secreta, chamado para dar cabo dos mais variados criminosos. A parte interessante: todos são bonecos de palito, daqueles que você desenhava quando criança. O jogo prova que é possível se divertir sem grandes gráficos e hiper-realismo.

Experimente agora!

3d Logic

Releitura do famoso Cubo de Rubik (conhecido na nossa terra como Cubo Mágico). Ligue os quadrados de cor igual sem cruzar o caminho de cada cor. Simples, divertido e, depois de alguns estágios, difícil a ponto de irritar. Mesmo assim, vale pelo desafio e para esfregar na cara dos seus amigos que você é comprovadamente o mais inteligente de todos. Ou se conformar em ser o lanterna.

Experimente agora!

Aproveite estes jogos, mas não pare neles. Deve ter muita coisa boa pela web que ninguém conhece. E, se você descobrir algo realmente legal, mande pra gente. Bons jogos serão sempre bem vindos.

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